sábado, 23 de julho de 2011

No Bar

Um canto dentro de uma casa.

Uma trança em um cabelo,

Um sorriso em uma face,

Uma criatura que surge.


A bebida que ludibria a pessoa,

O ébrio que não distingue ao certo,

A vergonha de um pensamento,

Maquiado pelo movimento.


A sarjeta que vira cama,

O tambor que se toca na ladeira,

A vida que se estraga neste instante,

Ai, que caminhos excitantes!


E a dança que continua,

O uísque que se acaba,

O cigarro que vira cinza,

A festa que termina.

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