Um canto dentro de uma casa.
Uma trança em um cabelo,
Um sorriso em uma face,
Uma criatura que surge.
A bebida que ludibria a pessoa,
O ébrio que não distingue ao certo,
A vergonha de um pensamento,
Maquiado pelo movimento.
A sarjeta que vira cama,
O tambor que se toca na ladeira,
A vida que se estraga neste instante,
Ai, que caminhos excitantes!
E a dança que continua,
O uísque que se acaba,
O cigarro que vira cinza,
A festa que termina.
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