Ó vida noturna! leve-me deste pensamento
afogue minhas mágoas naquela cerveja,
ensurdecedor chorinho que toca o tempo
retira a dívida que tenho com ela....
Das noites descendo a ladeira
no canto que enaltece a lua cheia
Na mulher que perde o pudor
meu inimigo demonstrando seu furor.
De todos os dias que podemos ver nascer
não há melhor de ser ver
do que neste bar até morrer
um boêmio eterno eu ei de ser.
Nenhum comentário:
Postar um comentário